segunda-feira, 15 de junho de 2009

Pedacinhos de Mim



Sinopse:
Estes são os meus pedacinhos, aqueles que constituem o meu quotidiano, a minha vida e que me completam. Sem eles não poderia ser o que sou.

Reflexão Crítica:
Quando nos foi dado a conhecer que tinhamos de elaborar um podcast sobre nós entrei em «panico». Não tenho qualquer tipo de software social, pois não tenho paciência nem à vontade para me expor.Foi um desafio a mim mesma. Obtive algumas dificuldades com o tempo, mas finalmente foi ultrapassado esse obstáculo.
Posteriormente, acabei por gostar do aspecto final e saber que sou capaz de produzir um podcast.
Contei com a ajuda de uma amiga e espero que a experiência se repita.

60 segundos



Sinopse: o facto de ter escassos 60 segundos para elaborar um podcast, que consistia em falar um pouco de mim, foi um dos pontos que dificultou o desenvolvimento da temática. Surgiam muitas ideias e era necessário reduzi-las a ponto de respeitar o tempo que tinha ficado estipulado. Contudo, foi bastante gratificante a realização desta actividade, pois consegui desenvolver vários conhecimentos, que até enatão estavam "imaturos".
O facto de ter sido a primeira vez que tive contacto com o blog, fez com que a conclusão do podcast fosse mais demorado, pois havia conceitos que eu desconhecia por completo. E é
desta forma que falo de mim em tempo reduzido.


"Diversificação entre grupos"



"Diversificação entre grupos"

Sinopse:
Uma vez que o vídeo dispunha apenas de 60segundos, foi bastante díficil decidir qual a informação a leccionar para colocar lá. Então decidi falar um pouco acerca da minha experiência em grupo e sobre aquilo que armazenei,quando trabalhei com eles. Tal como o título diz já realizei vários trabalhos com diferentes grupos, e claro embora cada experiência seja única, todas elas me permitiram expor-me de forma mais activa, alargando os meus orizontes e experiências. O meu gosto por trabalhar e estar em grupo é pelo simples motivo de neles conseguir fomentar aprendizagem e conhecimento de forma divertida e útil. Os grupos são como um pilar que se vai construindo ao longo do tempo, mas uqe nunca cai, ou seja, sempre podemos contar com o grupo, seja qual for o grupo, é algo que faz parte de nós e por isso estamos em constante desenvolvimento e ganhamos mais confiança em sermos nós próprios e expor os nossos pontos de vista, pois sabemos que existem pessoas prontas a ouvir-nos e a partilhar momentos únicos e intensos.



Reflexão Crítica

Ao realizar o podcast, posso nomear como negativos, os seguintes aspectos: devido a querer ter posto sempre algo mais, porque há sempre algo que fica por dizer, no vídeo e só dispor de 60 segundos; e também porque foi díficil ter acesso ao programa para elaborar o vídeo. Quanto aos aspectos positivos posso dizer que é fantástica a possibilidade de tive de em apenas 60 segundos criar algo só meu, pessoal ,á qual as pessoas acedem e podem conheçer mais acerca de mim, e também porque deste modo aprofundei a forma como se realiza um podcast de forma controlada o que para mim era complicado. Esta experiência foi bastante gratificante e tive gosto em faze-la porque o facto de ser díficil de leccionar o que por no pocast e pelo facto de ser algo pessoal á qual tive que realizar com atenção e pormenor.

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domingo, 14 de junho de 2009

A escultora que pode dar forma





Sinopse:
Hoje levantei cedo pensando no que tenho a fazer antes que o relógio marque meia noite. É minha função escolher que tipo de dia vou ter hoje. Posso reclamar porque está chovendo ou agradecer às águas por lavarem a poluição. Posso ficar triste por não ter dinheiro ou me sentir encorajado para administrar minhas finanças, evitando o desperdício. Posso reclamar sobre minha saúde ou dar graças por estar vivo. Posso me queixar dos meus pais por não terem me dado tudo o que eu queria ou posso ser grato por ter nascido. Posso reclamar por ter que ir trabalhar ou agradecer por ter trabalho. Posso sentir tédio com o trabalho doméstico ou agradecer a Deus. Posso lamentar decepções com amigos ou me entusiasmar com a possibilidade de fazer novas amizades. Se as coisas não saíram como planejei posso ficar feliz por ter hoje para recomeçar. O dia está na minha frente esperando para ser o que eu quiser. E aqui estou eu, o escultor que pode dar forma. Tudo depende só de mim.
Charlin Chaplin
Reflexão Crítica:
Gostei desta nova experiência como realizadora, pois nunca o tinha feito. De certa forma foi difícil a escolha das imagens perfeitas, para o filme idealizado, mas à medida do tempo fui limando as minhas ideias e assim criei, com ajuda de um grande amigo este podcast.
Tem um aspecto abstracto, que requer uma atenção especial por parte do leitor para uma melhor compreensão.
Decidi introduzir um poema do meu pensador de eleição, Charles Chaplin, pois traduzia tudo o que eu sou, ou tudo o que posso ser!UMA ESCULTORA QUE PODE DAR FORMA !

Leituras temáticas recomendadas.


Reflexão Crítica:

Escolhemos este livro, visto ser com este com que nos identificavamos mais. Segundo pesquisas feitas pelo grupo,na Internet, a Teoria queer recai sobre o género, que afirma que a orientação sexual e a identidade sexual ou de género dos indivíduos são o resultado de uma construção social e que, portanto, não existem papéis sexuais essencial ou biologicamente inscritos na natureza humana, antes formas socialmente variáveis de desempenhar um ou vários papéis sexuais.
Ao contrário do discurso filosófico tradicional, a teoria queer tenta reconstruir o sujeito evitando as armadilhas de identidade. Esta ensina que a identidade é uma construção cultural.
A teoria queer pode parecer completamente irrelevante para a educação, mas não é. O aumento da consciência acerca desta nova área pode ajudar os professores a melhor educar os seus alunos relativamente às complexidades das identidades. Os teóricos queer poderão promover o conhecimento e até mesmo a empatia para com aqueles que têm sido rotulados de formas violentas e danosas. A teoria queer advoga que todas as identidades são actuações estão inter-relacionadas e são cúmplices de variadas formas, queer e não-queer.
O livro “Pensar QUEER: sexualidade, cultura e educação”, aborda várias temáticas relacionadas com a orientação sexual. Contudo, outros dos temas debatidos está relacionado com as dificuldades que as pessoas que detêm uma orientação sexual que difere da grande maioria da população. A designação e enumeração dessas dificuldades, refere-se à que é feita numa universidade pública, Liberal U, situada num Estado do Centro –Oeste, conhecido por ser politicamente e socialmente conservadora.
No campus assistiu-se a “chegada” de uma nova filosofia sob a forma de política de identidade, que encorajou a institucionalização se cursos e programas interdisciplinares, empregando e admitindo práticas que incluíam “minorias”, criando centros e programas relacionados com a diversidade. Esta “nova filosofia” tinha como finalidade o aumento do reconhecimento de homossexuais e lésbicas nas universidades
A Teoria queer recusa a classificação dos indivíduos em categorias universais como "homossexual", "heterossexual", "homem" ou "mulher", sustentando que estas escondem um número enorme de variações culturais, nenhuma das quais seria mais "fundamental" ou "natural" que as outras. Contra o conceito clássico de género, que distinguia o "heterossexual" socialmente aceite (em inglês straight) do "anómalo" (queer), a Teoria queer afirma que todas as identidades sociais são igualmente anómalas.
A Teoria queer critica também as classificações sociais da psicologia, da filosofia, da antropologia e da sociologia tradicionais, baseadas habitualmente na utilização de um único padrão de segmentação (seja a classe social, o sexo, a raça ou qualquer outro) e defende que as identidades sociais se elaboram de forma mais complexa, pela intersecção de múltiplos grupos, correntes e critérios.
Bibliografia
Talburt, Susan & R. Steinberg, Shirley (Orgs.). Pensar Queer: sexualidade, cultura e educação. Mangualde: Edições Pedagogo.
Trailer abordado no cápitulo 5 do livro!
Nome: In & Out
Relizador: Paul Rudnick
Ano:1997

segunda-feira, 27 de abril de 2009

Contexto educacional da UM




Escolhemos como contexto educacional o Repositorium devido há sua importância e utilidade. Antes de entrarmos na universidade do Minho nenhum dos elementos do grupo tinha ouvido falar do Repositorium, nem tivera qualquer contacto com uma biblioteca digital. Desde a nossa ingresso na UM o Repositorium tem sido imprescindível na elaboração dos trabalhos. Apesar de termos contacto, quase diário com o Repositorium, não contínhamos as informações necessárias sobre este contexto educacional. Para tal, foi necessário recorrer ao motor de busca Google. Na pesquisa encontramos uma informação onde constava que este software que se conecta a um dispositivo de armazenamento para "eternizar" informações. (http://pAo iniciar o ano de 2007 o RepositóriUM assinala mais um marco no seu crescimento – mais de 5000 documentos foram depositados e estão arquivados e acessíveis através do Repositório Institucional da Universidade do Minho.Congratulamos os docentes e investigadores da Universidade do Minho que contribuíram para alcançar mais este marco, que mantém o RepositóriUM como um dos mais significativos repositórios institucionais de literatura científica e académica do mundo (em termos relativos – nº de documentos/ETI’s - e mesmo em termos absolutos).Finalmente, divulgamos alguns dados totais sobre a utilização do RepositóriUM em 2006:- Mais de 516.344 visitas, de cerca de 402.050 visitantes- Mais de 3.621.733 pageviews, 9.264.288 hits, 598 GB Gigabytes de tráfego gerado- 381.710 consultas de documentos- 473.189 downloads de documentos (excluindo os efectuados por “robots/crawlers”de motores de pesquisa, que aumentariam em cerca de 25% os números de downloads caso fossem considerados)
t.wikipedia.org)
(http://bibliotecas-.blogspot.com/2007/03/repositrium-ultrapassa-os-5000.html)

Assim, através de estes dados fornecidos, compreendemos a importância do Repositorium na nossa vida académica mas também o impacto que as tecnologias têm vindo a atingir na sociedade.

domingo, 26 de abril de 2009

Open Office




Denomina-mos por softwer livre a « qualquer programa de computador que pode ser usado, copiado, estudado, modificado e redistribuído sem nenhuma restrição.»«A liberdade de executar o programa significa a liberdade para qualquer tipo de pessoa física ou jurídica utilizar o software em quantas máquinas quiser, em qualquer tipo de sistema computacional, para qualquer tipo de trabalho ou atividade, sem nenhuma restrição imposta pelo fornecedor.»Para uma melhor compreensão, podemos falar a cerca de um dos softwers livres mais conhecidos, o OpenOffice.org.Este tem como principal objetivo fornecer uma alternativa de baixo custo, de alta qualidade e de código aberto, ou seja, é um programa totalmentegratuito que premite criar documentos, editar imagens, criar apresentações, operar em folhas de cálculo e construir base de dados.O OpenOffice tem sofrido um grande desenvolvimento graças às contribuições que chegam, não só da Sun Microsystems, mas também de comunidades espalhadas pelo mundo. Actualmente o OpenOffice.org representa um excelente substituto ao Microsoft Office